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Suzuki - GSXR

1000 - 2009

16300 Km


R$30.000,00

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Descrição Geral

Arthur Caldeira

Quando foi lançada na Europa e nos Estados Unidos, no início de 2007, a ficha técnica, os números de desempenho e as novidades tecnológicas da sétima geração da Suzuki GSX-R 1000 deixaram os fãs brasileiros de motos superesportivas com água na boca. Pois finalmente, agora em 2008, a GSX-R 1000 desembarca no País.

O modelo 2008 – chamada de K7 – é inédita do farol aos escapamentos: quadro de dupla trave superior em alumínio mais compacto, suspensões mais eficientes, nova balança traseira, pedaleiras ajustáveis, nova injeção eletrônica, enfim... Tudo novo.

Como o projeto da Suzuki tinha como objetivo criar uma campeã das pistas, um simples teste pelas ruas e estradas da Grande São Paulo não é suficiente para se conhecer a fundo essa superesportiva. Mas já podemos ter uma idéia do que ela é capaz.

Seletor de potência

O motor tem a mesma arquitetura de seu antecessor – quatro cilindros em linha de 999 cm3, 16 válvulas, comando duplo no cabeçote (DOHC), com arrefecimento líquido -, porém com pistões forjados em alumínio, eixos de comando ocos (para reduzir o peso) e um balancim para reduzir vibrações.

A Suzuki também mudou a injeção eletrônica, agora mais compacta, tem bicos injetores com 12 pequenos orifícios em vez dos quatro furos maiores utilizados anteriormente. Com isso a nebulização da mistura ar-combustível é mais eficientes. Tudo para manter o propulsor bem alimentado.

Essas novidades, em conjunto com dutos de admissão e escape 8% maiores e válvulas em titânio com comando “mais bravo”, resultaram em um aumento de 7 cv no potência máxima – passou dos anteriores 178 cv a 11.000 rpm para 185 cv a 12.000 rpm. Isso sem a indução direta de ar, somente medido no dinamômetro.

Mas o grande destaque desse novo motor não são os sete cavalinhos a mais. Mas sim um pequeno botão localizado no punho direito, chamado de Suzuki Mode Drive Selector, ou simplesmente, S-MDS, como gosta a fábrica de Hamamatsu.

Trata-se de um seletor de como a curva de potência será entregue pelo motor. O piloto pode escolher três diferentes tipos de gerenciamento do propulsor. É como ter três motos em uma só com o simples toque de um botão.

No modo “A” você tem força total. No modo “B”, a potência é menos em baixas rotações, mas a partir das 9.000 rpm a usina de força está de volta. No modo “C” mantém pouco potência em médios e baixos regimes, mas o motor pára de entregar mais potência acima das 8.000 rpm.

Podemos chamar o modo “A” de exagero. A potência é tanta desde as baixas rotações que senti o pneu traseiro derrapar assim que girava o acelerador com vontade. O modo “B” transmite mais confiança, pois se pode acelerar nas saídas de curva sem medo que a motos saia de baixo de vocês.

Já o modo “C” realmente transformou essa bestial 1.000 cc em uma moto mais mansa, como uma 600cc. Seria ideal para um dia chuvoso em uma serra sinuosa.

Ciclística

O novo e compacto quadro de dupla trave superior em liga de alumínio e as suspensões reformuladas completam o excelente conjunto da nova Suzuki 1000. Os garfos telescópicos invertidos (upside-down) na dianteira e o monoamortecedor na traseira ganharam regulagem na velocidade da compressão, além do ajuste de retorno e na pré-carga da mola.

Com tanta força do motor uma novidade bem vinda foi o amortecedor de direção com uma válvula eletromagnética que enrijece o guidão de acordo com a velocidade, facilitando as manobras em baixa velocidade. Para que a moto fique bem ao gosto do piloto, as pedaleiras da nova GSX-R1000 podem ser ajustadas em três diferentes posições.

Outro ponto forte são os freios. Basta apertar o manete para que os dois discos de 310 mm de diâmetro, com pinças radiais de quatro pistões, parem a roda dianteira. Na traseira, um disco simples de 220 mm com pinça de um pistão completa o serviço de parar os 172 kg dessa besta de 1.000 cc.

Dois escapamentos

No design a mudança que salta aos olhos são os dois novos escapamentos em substituição ao único escape da versão anterior. Agora o sistema 4-1-2 com duas saídas, uma de cada lado, resultou em um peso maior, mas, segundo a fábrica japonesa, a centralização de massas está melhor.

A carenagem também mudou. Projetada em túnel de vento, teve sua área frontal reduzida. A bolha está mais alta para oferecer mais proteção aerodinâmica em alta velocidade.

Para completar o cockpit, um compacto e belo painel, que traz: conta-giros analógico, velocímetro digital, shift-light (luz que indica a hora de trocar de marcha) e um útil indicador de marcha engatada, e outras coisas mais supérfluas, como relógio, hodômetros etc.

A nova GSX-R1000 já está disponível nas Concessionárias Suzuki nas cores preta, preta e laranja, vermelha, azul e amarela. Seu preço sugerido é de R$ 71.900, mas concessionárias estão oferecendo, por tempo indeterminado, um bônus promocional no valor de R$ 10.700.

Para mais informações, entre em contato com a Central de Vendas Suzuki pelo telefone 0800-707-8020 ou acesse o site www.suzukimotos.com.br.